A crise, enquanto problema central do capitalismo, é estudada devido à grande queda da Bolsa de New York em 1929. Baseado nos estudos estatísticos as teorias, que assim seguem, demonstram um sistema fadado a falhar. O colapso parece inevitável. Assim como as interpretações marxistas, tal como as de Lênin e a de Rosa de Luxemburgo, ambos apresentam que toda análise pretendida sobre a acumulação do Capital indica que o capitalismo irá quebrar. A quebra é o momento oportuno para a mudança de um sistema econômico. No entanto, sem a possibilidade de um colapso, já que o mercado e as leis econômicas desaparecem no Capitalismo de Estado, permanece a pergunta: Se o capitalismo de Estado é um sistema sem crises como pode haver uma transformação social? Ao que consta, até o presente momento, a tese Pollockiana não apresenta problematizações que culminem em um colapso, por isso o estatuto ontológico do problema muda.
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