As Economias de Komando apresentam como estrutura basilar o Racket. A “fase” dos Rackets é compreendida pela versão totalitária do capitalismo monopolista, nesse tipo de sociedade, como por exemplo a Alemanha e a União Soviética nos anos de 1914 a 1969, o indivíduo só sobrevive como membro de uma organização, de uma associação, de uma equipe. Em sociedades que operam com esse tipo de racionalidade, preservar a estrutura do Racket, é mais importante do que a própria sobrevivência. Por isso, a proteção é a forma basilar do Racket, pois ela garante a preservação do grupo, independente da época ou tipo de governo. O Racket é maleável, ele se adapta ao tempo, ele se expande e se conecta em todas as esferas da sociedade.
Categorias
- Biografias (2)
- Curiosidades (7)
- Poesia concreta (3)
- Sem categoria (44)
- Teoria Crítica do Racket (50)
- Tesecomoobra (11)
- Vídeos (1)
Tags
Abnt
Aceleração do Tempo
Capiatalismo de Estado
capitalismo financeiro
Capitalismo Monopolista
ciência humanas
ciências humanas
Classes
Cnpq
crise
Friedrich Pollock
Hackativismo
Hierarquia
Hipertexto
História
Horkheimer
Indivíduo
internet
Komando
Liberdade
Linguagem
Lukács
massa
Mercado
metodologia
Nancy Frasier
O resto do mundo
Planificação
Poesia
Política Ideal
Produção do conhecimento
Protecionismo
Racket
Revolução Política Totalitária
revolução virtual
Sistema
teoria crítica
Teoria Política da teoria crítica
terrorismo
Totalidade
totalitalismo
Tradição
Utopia
Valor
Violência
Comentários